É que só hoje que eu fui parar pra pensar que eu mantenho esse blog, e que ninguém lê.
E
mais, descobri ainda que isso é muito bom... por que eu falo o que eu
quero falar, e ninguém começa a criticar, nem dar pitaco, nem dizer que
eu estou errada. Além do que, ninguém me ignora tb, porqe de fato
ninguém sabe que isso aqui existe.
Logo, me deu vontade de contar outra coisa que descobri hoje.
Bem,
eu sou uma pessoa muito "acreditada" nao sei bem se esse seria o
adjetivo correto, mas explicando melhor, eu nunca tinha parado pra
pensar o quanto eu "dou chance" pras pessoas. Por exemplo, todos fazemos
merda, certo? Desta feita, eu acho hipocrisia que na primeira pisada na
bola, as pessoas já rodem a baiana e um relacionamento (de qualquer
tipo) as vezes de anooos desabe.
Obvio, que existem coisas que
teoricamente eu julgo imperdoaveis... mas como nao aconteceram comigo,
eu nao tenho como afirmar que o meu lado "acreditavel" nao entraria em
açao... mas enfim.
De uma forma geral, eu dou muitas chances... as
coisas vao me desagradando e eu vou levando, mas daí tem AQUELE fato,
AQUELA situaçao que é o ápice, eu diria... e daí rola o surto e o tal
relacionamento de anos vai pro lixo... eeeeeeee o pior é que nego vira e
arruma um mooonte de desculpas pra esse ultimo acontecimento, e nao
leva em consideraçao tudo que já passou sabe!?
Nao rola isso de
prescriçao da pretensao punitiva nesses casos... o que a gente faz, fica
perpetuamente na mente de quem sofre... E aí, se a pessoa for
impulsiva, "esperta", na maioria das vezes, corta e nao deixa se
repetir... Outras, like myself, guardam... vao juntando, e daí quando
explodem e falam: CHEGA! Sao consideradas insensiveis, e radicais. Mas o
que posso fazer se nao consigo ser diferente?
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